Hult International Business School

OPA! Esse é o primeiro post em 15 dias. Mas na realidade estava já escrito e demoramos a postar por que havia um problema técnico no Blog e demorou esse tempo todo para resolver. Aqui vai…

Hult_San_Francisco_Campus

Finalmente chegou o primeiro dia de aula. Parecido com os primeiros dias de aula de qualquer lugar. A escola bem organizada.  Ninguém se conhece. E todos tem expectativa e certeza de que vão se conhecer e que dali nascerão amizades, projetos futuros e sabe Deus o que mais.

 

Porém aqui havia algo de diferente. Primeiro, o ambiente. Sempre o ambiente de um primeiro dia de aula é ao mesmo tempo familiar e estranho para todos. Mas o algo mais daqui  era o carater internacional ao extremo. Origens, raças, credos diferentes. Aparentemente, em todos, o mesmo desejo de se integrar.

 

Na abertura, só explicações sobre como será o ano. Como foi o passado. Onde estão alguns ex-alunos. Reforço na excelência acadêmica. Tranquilização na comparação com os nativos, de que a língua oficial da escola é o “inglês com sotaque” (achei ótimo isso). Apresentação da cidade. Do que é, do que representa San Francisco. Com ênfase na receptividade ao estrangeiro, à disponibilidade de tudo, ao networking – que consideram fundamental. Força também no mercado de trabalho, nas oportunidades, no apoio que a Escola dá ao conceito de imigração.

 

No almoço, para sentir um gosto da cidade, um vale para aproveitarmos os food-trucks, caminhões de comidas étnicas que existem na cidade (há até guias gastronômicos e críticas só para eles). Tinha em frente à Hult, nesse dia um caminhão de comida peruana, um de vietnamita e um de argentina. Embora estivesse curioso, fui prático. O argentino tinha fila menor e fui nele.

 

Após, nos organizamos em grupo e foi feita uma gincana, extremamente bem pensada não só para nos conhecermos e integrarmos em grupos, mas também para interagir com a cidade e os arredores da escola. Tivemos que ir a diversos pontos interessantes (parque da America`s Cup de Iatismo, Exploratorium, Union Square, ao bar mais antigo da cidade, encontrar ex-alunos etc). Vi ali praticidade e inteligência condensadas, o que me causou boa impressão. O meu grupo, de seis pessoas tinha, além de mim, brasileiro, dois colombianos, uma kuwaitiana, uma indiana e um suíço.

 

Na volta da gincana (que incluía postar fotos das tarefas no twitter), uma festa de recepção, onde estavam o reitor e diretores. Muito bons os discursos e uma espécie de saudação a cada país com aluno presente na escola, nas turmas daquele ano. O país era mencionado, os nativos se levantavem e eram aplaudidos. Seria bom para eu ver os demais brasileiros. Na minha turma tinha eu e mais um. Nas demais, eu não sabia. O bom foi ver também ele dizer que ali tinha gente de 93 países. Mais países que na fundação da ONU – que,por acaso, também foi em San Francisco e contou com 88 países.

 

Me sentei ao lado de uma taiwanesa, com quem conversei um pouco, e na hora que o reitor chamou “China” eu disse: “stand (se levanta!)” só para ouvir a reação. Que, claro, não foi boa: I am NOT from China. NUma boa. Rimos…

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China e Índia representam a maioria dos alunos. Seguidos dos Estados Unidos. Uma proporção boa. Da  Síria ao Quirguistão, da Nicarágua ao Benin, há gente representada aqui. Um negócio bonito de se ver. A expectativa sobre o resultado dessa mistura é grande. Vai ser bom equalizar as diferenças e traballhar em ambiente tão diversificado. E organizado.