Ninguém é estrangeiro se todos são

As camareiras do hotel em que estávamos eram costarriquenhas ou filipinas. O gerente da concessionária de carros era iraniano. O vendedor, russo. Era filipino o instalador da At&T (conto adiante). O financeiro da concessionária era armênio, casado com uma brasileira. Uma das corretoras de imóveis era das ilhas Fiji. Chineses estão em todos os cantos aqui. Era de El Salvador um dos gerentes do hotel. Muitos indianos (inconfundíveis) na loja de móveis. Vietnamita um dos vendedores de carros. Chinesa a bancária do Citibank. Malaio o gerente do mesmo banco.

Impressiona a diversidade. Difícil acreditar no lado xenófobo dessa sociedade, se só se vê essa região. Mas nas outras vezes que aqui (nos EUA) estive, mesmo em outros lugares, só vi diversidade. Ela encanta. Ela atrai, ela impulsiona a economia e o pensamento. Não parece ser o mesmo país que exige o visto em um processo complicado. Como todos esses conseguem? Muitos claramente não tão qualificados.