O esperado, ansiado e temido primeiro dia de aula das crianças

IMG_8846 IMG_8874 IMG_8839 IMG_8843 IMG_8844 IMG_8872 Duas escolas. Relativamente perto do apartamento (tem que ser), porém um pouco distantes uma da outra. Pela idade e pela localização, Ana Luiza foi para uma elementary school e Leo para uma Middle School. Na matricula, como já falamos em outro post, foi tudo bem em ambas. Vamos de uma por uma…

Na segunda, antes do início oficial das aulas, que seria numa quarta, houve a entrega dos horários. Momento em que fomos nos, pais e o aluno à escola. Para receber orientações. Foi bom que o Leo pode ver a Parkside Middle – coisa que ainda não tinha feito.

Uma fila, rápida, para entregar um documento de vacina que estava faltando (eles nos avisaram por email após a matrícula, e vacinamos numa farmácia Walgreens). E então, fomos a um ginásio da escola para pegar outras coisas. Na entrada, um garoto bem desinibido, de cerca de 12 ou 13 anos, já aborda o Leo e faz um discurso bem estruturado, convidando a fazer parte do grêmio da escola (Student Council). Falava bem ele. Leo, em princípio não quis, mas gostou da ideia. Deixamos, claro, a critério dele. Em seguida, no ginásio, conhecemos os professores dele, que se apresentaram muito simpaticamente enquanto distribuíram material. Pública e gratuita, mas algum material pessoal era pago. Os cadeados dos armários (quem têm que ter segredos), os cadernos de cada matéria, os uniformes de educação física. Opcionalmente, o livro do ano – com fotos oficiais da turma. Quisemos esse, claro, para registrar todo o período. Recebemos o que eles chamam de planner – uma agenda. A escola arrecada também vendendo casacos oficiais com sua marca. Não obrigatórios, mas desejados pelos orgulhosos alunos. Estava lá também o presidente da PTA (Parent-Teachers Association), que participa e opina ativamente na escola,e que também promove eventos. Estava ali recrutando novos associados. Nos engajamos. Demos uma volta pela escola com o Leo e fomos embora.

Chegou o primeiro dia. Deixamos o Leo. Ele, querendo ser o tempo todo independente, dizendo que já conhecia as escolas americanas, de tanto ver Drake & Josh, Manual de Sobrevivência Escolar do Ned, Diário de um Banana e outros seriados. Quis ficar logo só. Deixamos. Não houve tempo de eu entrar lá. Fomos deixar, então, Aninha (6 anos).

Chegando na escola dela, ela bem insegura, vimos logo a lista de alunos. Era cedo ainda. Já dava para ver naquela lista uma amostra de toda a diversidade da região. Nomes ingleses, sim. Mas também espanhóis, árabes, russos e de nacionalidades não de cara identificadas. Um deles, Lucas Costa…só podia ser brasileiro. Descobrimos que era. Da turma dela.

Entramos. Ela foi (conosco) para um fila. Onde, virados para o diretor, no pátio, todos repetem um juramento à bandeira americana. Me lembrou de meus tempos de colégio. Bonito de se ver. Em seguida, entrou na sala. Uma sal de aula grande, muito aparelhada, inclusive com computadores. O lugar dela já marcado. Um crachá na mesa com o nome dela. Muitos pais apreensivos (primeiro dia de aula). Isso, muito parecido. A professora nos pede, assim como a todos os pais, para deixar a sala. Ela, ainda apreensiva, fica.

Fomos então para uma reunião na “cafeteria”, da escola. Com o diretor. Ele apresenta aos pais as mudanças no plano de estudos, aprovadas pelo governo da Califórnia, e enfatiza a necessidade da presença. Coloca que o repasse de recursos do governo à escola depende da presença, da assiduidade. E que uma falta, alem de prejudicar o aluno, prejudica e escola e a todos os colegas. Uma abordagem prática e direta. Foi bastante aplaudido quando disse que iria ficar full time naquela escola Descobrimos depois que ele antes dividia o papel de diretor com outra escola das imediações, substituindo outro, mas que esse ano ira ficar só lá. E que tem a fam de excelente diretor. Apresentou também a presidente do PTA daquela escola. Conversamos com ela. Muitas opções a considerar. Inclusive dividir carona.

Pagamos o lanche dela. Paga-se por semana. E fomos para a escola do Léo, fazer o mesmo. A grande expectativa ficou para o momento de ir buscá-los. Mas isso fica para o próximo post…

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