Primeiro Contato com o Mercado de Automóveis

Pertinho hotel,  já havia passado por uma revenda de carros. Fazia parte de nossos planos adquirir um carro, pois apesar da existência de transporte público na região de San Francisco, aqui ainda é os Estados Unidos e um carro é importante. E a Daniela ficaria mais em casa com o carro enquanto eu pegarei o BART para ir à escola.

Enfrentar uma categoria que sempre, mas com todo respeito, me causou uma certa desconfiança: vendedor de carros usados. Mas,tinha que ser, e foi. A abordagem é semelhante, mas a oferta imensa de modelos já obriga o cara te fazer algumas perguntas para “filtrar” sua necessidade e indicar o que ele tem disponível. Se não tem, orientar. Me surpreendeu positivamente. Ele não tinha, mas disse onde haviam outras revendas, e pegou meu telefone para, caso chegassem modelos próximos de minha necessidade, ligar.

Fui em outras revendas. Você chega, olha alguns carros e de repente aparece o vendedor. Os preços são mostrados pintados em cartazes, e uma espécie de crachá com os dados do carro é sempre pendurado no espelho. Eles parecem dar mais atenção à milhagem que ao ano do carro (“Toyotas rodam bem até 200 mil milhas, você sabe”). Não sabia, mas fiquei sabendo pela repetição. “Carros asiáticos vendem rápido aqui, ideais para você que quer revender em um ano” (leia-se Toyota, Honda e em menor escala, Nissan). Fui formando opinião. E bom que esses conselhos me foram dados por representantes de outras marcas. O da VW disse que carros europeus têm manutenção cara por aqui (VW e companhia)!

Deixei meu telefone em 5 revendas. E fui…tinha tempo e queria aproveitar o domingo.

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