Planos, planos…

As conversas familiares sobre a nova vida foram e tem sido intensas. Onde morar? Ter carro ou não? Transporte público? Como as crianças iriam à escola? Teria aquele ônibus “School Bus” amarelo, com um(a) motorista mascando chiclete e mandando as crianças entrarem? E a moradia? O “sonho americano” de uma casa sem muros, com jardim e vizinhos se cumprimentando durante o corte de grama e olhando as conquistas uns dos outros (o carro, a casa etc). O churrasco de máquina, os almoços rápidos, os seriados de TV.

Muitas referências. Mas pelo que conheço dos EUA, tudo é muito miscigenado. Não há mais padrões rígidos. Não sabemos ainda onde vamos morar exatamente, nem se será casa ou apartamento. Decidimos ter um carro, só, e morarmos em um lugar de onde eu possa ir à escola (no centro de San Francisco), de ônibus, metrô ou qualquer transporte público (no caso de lá, de BART, Caltrain ou Muni).

Por enquanto, essas são as únicas deliberações. Não são certezas. A certeza mesmo é que devemos aproveitar ao máximo a experiência. Ao máximo, seja como ela for.

“Como será amanhã?
Responda quem puder
O que irá me acontecer?
O meu destino será
Como Deus quiser”

O Amanhã – Simone

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