A jornada

Tudo hoje começa na Internet. E foi lá, após um “susto” no trabalho que comecei a minha busca. Tinha a lista. Tinha o sonho. Tinha algumas habilidades.  Tinha vontade. Por que não?

O que havia de disponível? Mestrados e doutorados científicos, acadêmicos. Muito demorados. Não conseguiria Me manter a não ser que coseguisse bolsa do CNPQ. Não que achasse que não conseguiria, mas não pensei em foco acadêmico. Pensei em algo mais próximo do MBA, com forte orientação à experiência, a casos de sucesso e a networking. Mas, já havia cursado aqui um MBA Executivo, pelo IBMEC. Uma grande escola, um grande resultado. Uma grande experiência. E também diversos cursos executivos, como o PDE (Programa de Desenvolvimento de Executivos) da Fundação Dom Cabral. Uma escola Top. Também uma experiência e oportunidade excepcionais.

Um outro MBA, apesar de todo o diferencial de ser no exterior, não acrescentaria muito. E nem era, de fato, o que eu mais buscava.

Pensando em algo mais significativo com os meus anseios (salvar o mundo, ajudar a humanidade, sei lá, algo por aí), descobri o mestrado da Hult Business School. Um ano de duração, focado em Empreendedorismo Social. Com um projeto no final de aplicação prática em organizações (LEAP). Com um prêmio mundial para iniciativas que resolvam problemas sociais, bastante divulgado por Bill Clinton. Gostei. Era isso.

Mergulhei de cara. E para me testar, me inscrevi para fazer o GMAT e o TOEFL. O GMAT (Graduate Management Admissions Test) é uma prova feita em computador, de raciocínio lógico, bastante interessante e complexa. Feita por escolas de negócios americanas. Feliz em saber que aqui em Fortaleza havia um local em que eu podia fazer a prova.

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) avalia as habilidades com a língua inglesa. Em nível de proficiência e capacidade de compreensão de aulas.

Em ambos me dei até bem. E passei a receber ofertas de diversas escolas de negócios americanas e inglesas.

Mas o processo estava apenas começando. Tive que fazer uma justificativa (Personal Essay – Ensaio Pessoal)  de por que queria fazer aquele curso. E pedir cartas de recomendação de pessoas que trabalharam comigo.

Fiz a justificativa. Pedi  as cartas. Uma foi a de um ex presidente do Banco em que trabalhava. Outra, a um ex professor de um curso de especialização que fiz. Ambos, doutores. Por gentileza deles, foram muito abonadoras.

Fui selecionado. E me qualifiquei para uma bolsa. Mas para isso… mais uma carta pessoal explicando por que eu mereço a bolsa. Que diferença vou fazer à humanidade e ao meu trabalho quando voltar…

 

“Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai”

Tente Outra vez –Raul Seixas

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Permalink 6 Comments

6 responses to “A jornada

  1. Eduardo Figueirêdo

    Estou na melhor torcida, Eduardo. Vcs são uma família q admiro e gosto muito. Os melhores caminhos para todos!!!

  2. Tatiana

    Tenho muita admiração por essa família, tanto de seus integrantes individualmente quanto nela como um todo mas, depois que li o post e tomei conhecimento do foco do mestrado chequei a seguinte conclusão: se achava esse pessoal bom o bastante, vão voltar melhores ainda…mesmo porque projeto dessa magnitude transforma à todos. Fico feliz e muito orgulhosa em tê-los como verdadeiros grandes amigos.

  3. Leo Carlos

    Parabéns, Dudu. Torço pelo seu sucesso e para que sua família tenha uma boa adaptação. Que isso seja apenas o começo de uma bela e feliz jornada pelo mundo. Abraço.

  4. DANIEL HELIENIO SILVA

    a partir de hoje serei um acompanhante diário desta jornada…
    e estarei permanentemente na torcida para que todos os teus sonhos sejam repletos de realidade e de muito sucesso…
    parabéns para você e para a sua família…

    felicidades a todos!…

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